Claro que não. Ignoro de quando é a data da citação,mas se não é, parece antiga. O risco da "monocultura" foi sentido aí pelos anos 50 e 60,de predomínio e sucesso das culturas e modos de vida ocidentais,particularmente a americana, tomada por certos intelectuais incensados mas limitados,como a mãe de todos os vícios. Alem de demonstrarem uma lamentável ignorância sobre a variedade e a qualidade da cultura americana,não previram a eclosão política e cultural de outras regiões,como a Ásia,o mundo árabe e africano. Hoje o que se clama na Europa não é o perigo do "monoculturalismo" mas sim o risco do excessivo "multicuturalismo",risco que é bandeira caçadora de votos de todos os partidos da extrema-direita pelo continente fóra.
Bem visto
ResponderEliminarClaro que não. Ignoro de quando é a data da citação,mas se não é, parece antiga. O risco da "monocultura" foi sentido aí pelos anos 50 e 60,de predomínio e sucesso das culturas e modos de vida ocidentais,particularmente a americana, tomada por certos intelectuais incensados mas limitados,como a mãe de todos os vícios. Alem de demonstrarem uma lamentável ignorância sobre a variedade e a qualidade da cultura americana,não previram a eclosão política e cultural de outras regiões,como a Ásia,o mundo árabe e africano. Hoje o que se clama na Europa não é o perigo do "monoculturalismo" mas sim o risco do excessivo "multicuturalismo",risco que é bandeira caçadora de votos de todos os partidos da extrema-direita pelo continente fóra.
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