domingo, 8 de março de 2015

UMA ENTREVISTA NOTÁVEL A BASHAR AL ASSAD




O jornalista Paulo Dentinho entrevistou esta semana, para a RTP, o presidente Bashar Al Assad, da Síria. Trata-se da primeira entrevista concedida por aquele governante a um órgão de comunicação social português.

Pela relevância do tema, pela pertinência das perguntas e pela oportunidade e objectividade das respostas, publica-se o vídeo.
 




LISTA VIP E ESTADO DE DIREITO





Tem sido objecto de muitos comentários nos últimos dias a existência de uma lista VIP de contribuintes (Fisco e Segurança Social) englobando umas centenas de nomes de personalidades "famosas" que, no caso de infracção das suas obrigações, seriam avisadas das mesmas antes que a Autoridade Tributária e a Segurança Social resolvessem executar uma penhora sobre os seus bens, como tem acontecido nos últimos tempos a centenas de milhares de portugueses e é amplamente do conhecimento público. O próprio Lobo Xavier, pessoa insuspeita na matéria, se referiu a ela na última emissão do programa "Quadratura do Círculo".

Também o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos se referiu aqui à sua existência, embora o Governo, como é natural, negue que haja uma relação de cidadãos de primeira classe, isentos dos procedimentos automáticos a que está sujeita a generalidade dos contribuintes, isto é, os cidadãos de segunda classe, que são a maioria esmagadora dos trabalhadores deste país.

A verificar-se a existência de uma tal Lista, ela constituiria uma clamorosa negação do Estado de Direito, já suficientemente "abandalhado" entre nós, numa das mais sensíveis matérias relativa à igualdade dos cidadãos.

Seria, por isso, conveniente e urgente que fossem prestados cabais esclarecimentos sobre a existência de semelhante relação de intocáveis, sob pena de estarmos perante mais uma violação dos direitos e garantias fundamentais consagrados pela Constituição da República.


A INDIGÊNCIA TELEVISIVA




Volto a transcrever um artigo de Vasco Pulido Valente, o de hoje no PÚBLICO:

Opinião

Folias do nosso tempo

Não admira que neste banho cultural, a política tenha pouco a pouco adoptado a natureza da televisão.


Basta ligar a televisão para se perceber o estado de indigência intelectual e política a que chegou o país. A informação, que já foi sofrivelmente sensata, embora parcial e sumária, tem hoje o critério editorial do antigo semanário “O Crime” e da imprensa cor-de-rosa e desportiva.

Para começar, os portugueses são presenteados com horas do que antigamente se chamava “casos crapulosos”: a facada, o tiro, o roubo, a violência doméstica, histórias de tribunal, considerações de réus, de testemunhas, de advogados, de “populares”, da polícia e de um ou outro comentador de serviço. Depois do “crapuloso” vem o “acidente” e a catástrofe: desastres de avião e de automóvel, incêndios, tempestades de vento ou neve, inundações, tudo o que meta feridos, mortos, miséria e sangue.

Isto ocupa muito mais de metade do noticiário médio. O resto consiste numa pseudo-reportagem desportiva, ou seja, no dia-a-dia do futebol. A televisão não perde um jogo ou um golo que possa  interessar a meia dúzia de fanáticos de um clube qualquer. Segue os treinos. Esclarece sobre o “plantel” da equipa A ou da equipa B, sobre os lesionados, sobre os castigados, sobre os “duvidosos”. Entrevista treinadores na véspera e no minuto seguinte aos “clássicos” e não- “clássicos” do campeonato. Jorge Jesus, por exemplo, é seguido com uma persistência e um zelo com que não se segue nenhum ministro, o primeiro-ministro ou Presidente da República (agora tão retirado que o boato da sua prematura morte já corre pela província). E, através de tudo isto, Ronaldo, sempre Ronaldo, infinitamente Ronaldo.

O tempo que sobra (e o jornal da TVI, para só falar nele dura uma hora e meia) vai para festas: festas de cozinha, festas de vinho, festivais da alheira, do presunto e do chouriço, de quando em quando as prodigiosas fabricações do chefe A ou do chefe B e, continuamente, o sabor e o aroma dos tradicionais produtos deste nosso querido Portugal (que não se vendem nos supermercados, nem nas mercearias de Lisboa). Não admira que neste banho cultural, a política tenha pouco a pouco adoptado a natureza da televisão. Com um esforço sublime consegue concorrer, e colaborar, com os “valores” que regem os noticiários e não pára de nos dar novos motivos de interesse e estima: a barafunda Sócrates, a barafunda BES, os mistérios do “Visa Gold”, o velho incumprimento fiscal de Passos Coelho, a prisão de um inspector da polícia, a mentira impenitente e descarada no parlamento e fora dele. Portugal acaba com certeza por se transformar num “filme negro” (anos 40), sem Bogart, nem Bacall. E nós, pachorrentamente, assistimos na nossa cadeira. 


Por tudo isto, é cada vez maior o número de pessoas que deixaram de ver televisão, nomedamente os telejornais.

sábado, 7 de março de 2015

O APELO DE JUNCKER




Transcrevo do "i":



Grécia. Juncker pede à UE para compreender gravidade da situação
 
 O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, apelou a todos os Estados da União Europeia (UE) para compreenderem a gravidade da situação na Grécia, numa entrevista ao jornal alemão Welt am Sonntag que será publicada no domingo.


"Devemos estar atentos para que a situação não continue a deteriorar-se na Grécia. O que me preocupa é que nem todos perceberam, na UE, a gravidade da situação na Grécia", insistiu Juncker, apontando como um dos exemplos o desemprego elevado, sobretudo nos jovens.

Juncker excluiu mais uma vez um cenário de saída da Grécia da zona euro e considerou que isso seria "uma perda de reputação irreparável" para a moeda única.

O presidente da Comissão Europeia também exortou a Grécia a "respeitar as reformas acordadas com os credores".

"Se o governo quer gastar mais dinheiro, deve compensar isso com poupanças ou receitas suplementares", afirmou.

"Depois de julho", data em que termina o prazo das obrigações gregas detidas pelo Banco Central Europeu (BCE), é preciso "reflectir na forma como os credores internacionais devem comportar-se em relação aos países que se encontram numa situação económica crítica", afirmou.

De acordo com os excertos da entrevista já divulgados, Juncker considerou que as negociações sobre os programas de assistência financeira não devem necessariamente ser menos exigentes, mas devem ser "mais políticos".

"Não é aceitável que um primeiro-ministro tenha de negociar reformas com funcionários. Um é eleito, os outros não são", afirmou.

Juncker disse ainda que deverá encontrar-se com o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, nas próximas duas semanas, mas não avançou uma data concreta.

AVIÁRIO DE MINISTROS




Transcrevo do PÚBLICO o artigo de Vasco Pulido Valente, que hoje subscrevo sem hesitações,  ao contrário de muitos outros textos com que o autor nos tem brindado ao longo dos últimos anos.



Do incidente fiscal de Pedro Passos Coelho só uma coisa se deve concluir: as “juventudes partidárias” precisam de ser abolidas, como primeiro acto para a regeneração do regime.


Pedro Passos Coelho teve uma carreira típica. Entrou muito cedo na JSD, à força de trabalho e zelo conseguiu chegar a presidente dessa inconcebível organização e, através dela, entrou no Parlamento.

Quando saiu aos 35 anos, sem outra qualificação que não fosse o liceu, foi obrigado a começar uma vida normal: resolveu tirar um curso de Economia e, como entretanto se casara, arranjar um emprego. Por essa altura, jantei com ele meia dúzia de vezes, por sugestão de um amigo comum, Eduardo Azevedo Soares. Achei Passos Coelho um homem agradável e sensato, mas transparentemente inseguro. Também se via que o dinheiro não lhe sobrava e o futuro era para ele obscuro e, de maneira geral, pouco prometedor. Não acredito que naquele tempo lhe passasse pela cabeça chegar a primeiro-ministro.

Como ele, houve centenas de pessoas que, por causa de uma educação perversa nas “juventudes partidárias”, entraram na meia-idade (os 35 anos de que fala Dante) sem um passado profissional e com uma visão do mundo distorcida pela incessante intriga a que se reduzia a actividade interna do PS e do PSD e em que participavam de pleno direito e, às vezes, como personagens maiores. Pior ainda, esta espécie de currículo dava uma certa autoridade a gente a quem faltava qualquer outra. Não vale a pena falar de António José Seguro. Mas basta lembrar que António Costa proclama por aí com orgulho que se inscreveu no PS aos 14 anos, para se perceber a natureza da aberração que os partidos promovem, julgando manifestar a sua perenidade e a sua força. Como se a perenidade e a força consistissem em enganar inocentes, abaixo da idade do consentimento político.

A condição dos membros das várias “juventudes” dos partidos (que vão até aos 30 anos) acaba por ser uma condição de relativa irresponsabilidade, sobretudo para aqueles que exercem cargos no “aparelho”. Os deveres para com a sociedade e o Estado são obscurecidos pelas pequenas lutas domésticas pelo poder e pela grande questão de saber se a seita consegue ou não ocupar o governo e o Estado – fonte de favores, recompensas, influência e dinheiro. Este mundo fechado sobre si próprio não se importa muito com o mundo exterior e não exige um comportamento cívico exemplar. Pelo contrário, tolera uma imensa quantidade de “erros”, por assim dizer, em nome do interesse superior da facção. Do incidente fiscal de Pedro Passos Coelho só uma coisa se deve concluir: as “juventudes partidárias” precisam de ser abolidas, como primeiro acto para a regeneração do regime. Os jovens que se inscrevam onde quiserem na idade de votar e que sejam tratados como o militante comum. Que os partidos não sirvam mais de educadores da “classe política” e aviário de ministros. Basta o que basta.

NELSON ÉVORA, CAMPEÃO PORTUGUÊS





Transcreve-se do PÚBLICO:


Nelson Évora arrecadou em Praga a medalha de ouro que lhe faltava

Triplista português sagrou-se campeão europeu de pista coberta com a melhor marca europeia do ano.


Após um longo e aparentemente interminável calvário de lesões, operações e períodos de recuperação, Nelson Évora emergiu de novo à tona de água, vivo e de boa saúde, para se sagrar campeão europeu de pista coberta no triplo salto, no Campeonato da Europa de pista coberta, que no domingo termina em Praga, na República Checa. O campeão mundial de 2007 e olímpico do ano seguinte cumpriu a promessa deixada nos recentes campeonatos nacionais de clubes, em Pombal, quando regressou à casa dos 17m na sua disciplina, ao atingir 17,19m e passar a ser o melhor europeu do ano.

A qualificação do dia anterior mostrara um Nelson Évora sombrio, mas neste sábado, perante uma Arena 02 repleta, já esteve mais solto e os resultados apareceram. Esta medalha de ouro, para além de ser a 20.ª de Portugal no Europeu de pista coberta, colmata uma lacuna na careira do atleta do Benfica, aos quase 31 anos de idade, já que não havia conseguido ainda um título em campeonatos europeus, fossem eles ar livre ou indoor. E, mais do que isso, confirma o relançamento da sua carreira para um ciclo que culminará com os Jogos Olímpicos de 2016.

A final começou mal para Évora, com dois nulos, enquanto o novo recordista espanhol, Pablo Torrijos, fazia 16,93m ao segundo salto e um velho conhecido do português, o romeno Marian Oprea, chegava a 16,91m, também ao segundo ensaio. Porém, Nelson Évora, mesmo sem um salto perfeito, repôs as coisas nos trilhos com 16,98m no terceiro salto, passando para a frente. Torrijos não se rendeu logo e, no quinto salto, bateu por um centímetro o seu próprio recorde de Espanha, retomando a liderança. O português respondeu de imediato com um salto decisivo, a 17,15m, e logo se viu que para qualquer outro uma resposta já não seria suficiente.

À vontade, já com o título no bolso, Nelson Évora arriscou um pouco mais na sua última possibilidade e aterrou a 17,21m, de novo melhor marca portuguesa e europeia do ano, a dois centímetros da melhor mundial. Perfeito, embora as distâncias obtidas por todos ficassem longe das de outros tempos.

“Este é um momento espectacular, depois de tantos anos de lesões e um exemplo para todos os que não acreditavam que era possível. Não podia ter feito melhor, estou fisicamente bem e não tenho dores”, assinalou o português, apontando agora ao futuro: "Vamos passo a passo, preparar o que está mais perto. Agora os meetings, depois o Campeonato do Mundo e só depois os Jogos [Olímpicos]".
Também neste sábadop se disputou a qualificação do triplo salto feminino, que proporcionou a possibilidade de uma novo assalto às medalhas na final de hoje, por parte de Patrícia Mamona.

Abrindo com um salto seguro a 14,05m, a sportinguista faria 14,26m no derradeiro ensaio, o terceiro, para ficar com o segundo lugar do concurso, logo atrás da israelita Hanna Knyazeva, que bateu o recorde nacional, com 14,40m. Susana Costa, por seu lado, terminou com o seu melhor registo do ano, por cinco centímetros e a 13,78m, mas não conseguiu ser repescada, terminando em 14.º.

Quem passou às meias-finais dos 60m, a prova mais curta do campeonato, foi Yazaldes Nascimento. Correu uma primeira eliminatória muito cerrada e, num final apertadíssimo, alcançou o quarto posto, o último de apuramento directo, com 6,69s, um novo recorde pessoal.

A jornada proporcionou também o quarto título seguido ao francês Renaud Lavillenie no salto com vara. Desta vez, o heróico gaulês nem sequer tremeu um pouco, como na qualificação, e, ao segundo salto, a 5,90m, já tinha a prova ganha, mesmo perante forte oposição do russo Aleksandr Gripich (segundo) e do polaco Piotr Lisek — passaram ambos os 5,85m. Com o triunfo seguro, passou com clareza os 6,04m, recorde da competição e melhor marca do ano, antes de tentar o recorde mundial a 6,17m, com um segundo ensaio a causar algum frisson.

sexta-feira, 6 de março de 2015

OS ESTADOS UNIDOS CRIARAM O ESTADO ISLÂMICO




Transcreve-se de MPortal:



Historiadores revelam que o Estado Islâmico foi criado pelos Estados Unidos

Para os historiadores, o anuncio de Barack Obama de combater o terrorismo é apenas um jogo para enganar, jogo no qual fazem a muito tempo e levam até hoje


A criação do Estado Islâmico por parte dos Estados Unidos, passou por três etapas: A destruição de regimes seculares e estabilizadores do Iraque e Síria e o apoio aos fundamentalistas sunitas contra Assad, segundo o historiador Robert Freeman.

"A coisa mais importante a entender sobre o Estado Islâmico é que ele foi criado pelos Estados Unidos", afirma o historiador Robert Freeman no Portal de notícias "Common Dreams". Segundo Robert sua criação passou por três etapas importantes.

A primeira fase de criação do grupo Estado Islâmico surgiu durante a guerra do Iraque e a derrubada do governo secular de Saddam Hussein.

Segundo o autor, o regime de Hussein era "corrupto, mas estabilizador", durante seu governo não havia Al Qaeda no Iraque e o Estado Islâmico está enraizada precisamente na Al Qaeda.

Além disso, EUA deixou o poder no Iraque com metade da população que é sunita nas mãos de um governo xiita. O fato de que o Exército iraquiano e Curdo (peshmerga) tenham sido derrotados pelo Estado Islâmico é porque eles preferem se aliar com seus correligionários jihadistas sunitas que se juntar com seus "adversários religiosos" xiitas , diz o historiador.

A segunda etapa foi na campanha contra o governo de Bashar al Assad na Síria. O presidente sírio contava com uma força que por muitos anos manteve "uma paz relativa" a um conjunto de seitas religiosas existentes no país, afirma Freeman. Em suas tentativas de desestabilizar o governo da Síria, os EUA ajudou o "precursor" do Estado Islâmico no país, entre os quais, segundo o autor, é o Front-Nusra.

A terceira etapa da formação do Estado Islâmico veio quando o governo dos Estados Unidos juntamente com a Arábia Saudita e Turquia se organizaram para financiar e apoiar os rebeldes na Síria", que, de acordo com Freeman, já era um "pré-Estado Islâmico".

A Arábia Saudita, professa em sua fé principalmente, o Wahhabism, uma das versões mais "virulentas e agressivamente anti-ocidental" do Islã. Isso explica por que 15 dos 19 sequestradores terroristas de 11 de setembro de 2001, eram sauditas e do próprio líder da Al Qaeda Osama bin Laden.
Por sua vez a Turquia persegue seus próprios interesses na região, algo demonstrado pelo fato de que este país ", que financiou e promoveu o Estado Islâmico" não se juntou aos ataques aéreos atuais promovidos pelos EUA e seus aliados contra posições do grupo jihadista na Síria.

A Turquia não está interessado em fortalecer os combatentes Curdos contra o Estado islâmico, pois dessa forma poderia estar fortalecendo a formação de um Estado Curdo, lembrando que "uma parte dele seria hoje o território turco", diz Freeman.

Apesar de ter criado o Estado Islâmico, Os EUA mostram uma fragilidade na hora de combate-lo devido a uma ausência de uma "estratégia coerente". Neste sentido, os "rebeldes moderados" que os EUA treinaram na Síria contra Assad agora se recusam a lutar contra o Estado islâmico, fato que segundo o autor, não é surpreendente, uma vez que estes rebeldes jihadistas os deram armas fornecidos pelos EUA, lembra o autor.
 
"As forças mais capazes de derrotar o Estado Islâmico" no curto prazo, conclui ele, são a Rússia, a Síria e o Irã.

 Para ele, o anuncio de Barack Obama de combater o terrorismo é apenas um jogo para enganar.

Mas os Estados Unidos preferem ver uma situação se agravar ainda mais com os terroristas do que ver eles serem vencidos por seus inimigos, conclui o historiador Robert Freeman.


terça-feira, 3 de março de 2015

REGRESSO A LJUBLJANA: AS PONTES


Ponte dos Sapateiros

Sendo a cidade de Ljubljana atravessada por um pequeno rio, o Ljubljanica, natural é que existam várias pontes que permitam a ligação entre as duas margens.


Ponte dos Sapateiros

Reportando-nos apenas ao centro, importa referir as seguintes:


Ponte dos Sapateiros

- A Ponte dos Sapateiros (Čevljarski most) é uma das mais antigas da cidade. Começou por ser o local de permanência dos açougueiros, mas o mau cheiro da carne levou o imperador da altura a desalojá-los para outro local. As tendas devolutas foram então ocupadas por sapateiros, o que justifica o actual nome da ponte. Reconstruída várias vezes, numa das extremidades encontra-se um monumento ao presidente da Câmara Ivan Hribar (1895-1907), descerrado em 2010.

 
Ivan Hribar

Ivan Hribar


Ponte Ribji

- A Ponte Ribji trg (Ribji trg most) é uma pequena ponte que liga a Praça Ribji (Ribji trg) a um pequeno largo, onde se encontra uma estátua de Gustav Mahler, imediatamente antes da Praça do Congresso. 

Ponte Ribji
 
Gustav Mahler
 

 - A Ponte Tripla (Tromostovje) é um conjunto de três pontes ligando a Praça Prešernov (Prešernov trg) à Stritarjeva ulica na parte antiga da cidade. Desde 1280 que há referências à existência de uma ponte de madeira neste local, a Ponte Velha (Stari most) ou Ponte Inferior (Spodnji most). Em 1842 foi substituída por uma nova estrutura, em honra do arquiduque Francisco Carlos de Áustria. No pilar central ostenta ainda a inscrição «ARCHIDVCI. FRANCISCO. CAROLO. MDCCCXLII. CIVITAS». Em 1932 foram construídas duas pontes laterais, pedonais, renovadas em 1992. A partir de 2007 o triplo conjunto passou a ser exclusivamente pedonal.

 
Ponte Tripla
 
Ponte Tripla
 
Ponte Tripla


Ponte dos Açougueiros
 
Ponte dos Açougueiros


 
Ponte dos Açougueiros

- A Ponte dos Açougueiros (Mesarski most) é uma ponte pedonal que liga o Mercado Central de Ljubljana e a margem oposta (Petkovškovo nabrežje) e foi inaugurada em 2010. Aqui se haviam instalado os açougueiros quando foram desalojados da sua primitiva ponte, hoje Ponte dos Sapateiros. Está ornamentada com esculturas representando Adão e Eva expulsos do Paraíso, um Sátiro e Prometeu. Tornou-se usual os namorados pendurarem cadeados nos cabos de aço que servem de resguardo. simbolizando juras de amor eterno.

 
Ponte dos Dragões

 
Ponte dos Dragões

- A Ponte dos Dragões (Zmajski most) liga a Kopitarjeva ulica à Resljeva cesta, a norte da Praça Vodnikov. Foi aberta ao trânsito em 1901 e concluída em 1907. Foi dedicada ao imperador Francisco José, comemorando os quarenta anos do seu reinado (1848-1888). Está ornamentada com quatro estátuas de dragão em cobre e foi depois decorada com mais dezasseis pequenas estátuas de dragão. Segundo a lenda, Jasão, fundador de Ljubljana e os seus argonautas mataram aqui um dragão, que se tornou o símbolo da cidade.

 
Ponte dos Dragões

 
Ponte dos Dragões

 
Ponte dos Dragões


Ponte dos Dragões

 
Ponte dos Dragões

Ponte dos Dragões
 
Ponte dos Dragões

Ponte dos Dragões

Estas as pontes que atravessam, do sul para norte, o rio Ljubljanica, na parte central da cidade.