"E agora, que vai ser de nós sem bárbaros? Essa gente, mesmo assim, era uma solução." C.P. Cavafy
domingo, 14 de outubro de 2012
MAIS VALE PREVENIR
O Doutor Júlio de Vilhena, político eminente da Monarquia, escreveu no seu livro Antes da Republica - Notas Autobiográficas - Volume I, a páginas 366:
«O conselho de Estado, cujas funções a ditadura suspendera, pois não fôra ouvido na dissolução das côrtes, como era preceito da Carta, tinha sido convocado em 26 sobre uma questão de amnistia. O conselho aproveitara o ensejo para se referir á ditadura.
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Foi n'esta sessão que eu disse, perante El-Rei, que a ditadura acabaria por uma revolução ou por um crime. El-Rei olhou fixamente para João Franco.»
PORQUE AS PALAVRAS DE JÚLIO DE VILHENA FORAM PREMONITÓRIAS, IMPORTA REFLECTIR SOBRE ELAS, ESPECIALMENTE EM PERÍODOS DE EMERGÊNCIA NACIONAL.

ResponderEliminarComo já alguém afirmou, acabaria por concretizar-se nas duas premissas colocadas pelo Doutor Júlio de Vilhena.
Palavras premonitórias e com toda a actualidade.
Marquis