"E agora, que vai ser de nós sem bárbaros?
Essa gente, mesmo assim, era uma solução." C.P. Cavafy
sábado, 5 de setembro de 2009
AINDA A CALÚNIA
Podendo haver na vida diversas interpretações para uma calúnia, convém que na ópera possamos igualmente escutar interpretações diferentes. Aqui, a famosa ária pelo baixo búlgaro Nicolai Ghiaurov (1929-2004), um dos maiores cantores do século XX, numa récita na Ópera de Viena, em 1979.
Infelizmente é sempre oportuno ouvir a ária da calúnia, para nos fazer reflectir sobre as origens de muitas "verdades adquiridas" que por aí pululam. Embora raramente o ser humano aprenda com os seus erros, não seria má ideia se o autor do blog desse a conhecer aos seus leitores menos versados na língua italiana ou menos seguidores de librettos, a tradução desta notabilíssima ária,cuja exactidão continua impressionante no nosso tempo e no nosso país. Musicalmente,prefiro o Siepi ao Ghiaurov nesta peça,por ser mais "italiano" e mais ágil,mais irónico. Mas são duas excelentes escolhas,e o tema não podia ser mais apropriado aos tempos que correm.
Infelizmente é sempre oportuno ouvir a ária da calúnia, para nos fazer reflectir sobre as origens de muitas "verdades adquiridas" que por aí pululam. Embora raramente o ser humano aprenda com os seus erros, não seria má ideia se o autor do blog desse a conhecer aos seus leitores menos versados na língua italiana ou menos seguidores de librettos, a tradução desta notabilíssima ária,cuja exactidão continua impressionante no nosso tempo e no nosso país.
ResponderEliminarMusicalmente,prefiro o Siepi ao Ghiaurov nesta peça,por ser mais "italiano" e mais ágil,mais irónico. Mas são duas excelentes escolhas,e o tema não podia ser mais apropriado aos tempos que correm.
PARA O ANÓNIMO DA 1:34
ResponderEliminarAgradeço a sugestão para publicar a tradução da ária, o que prometo fazer logo que possível.